Uma escola que vivencia valores

O papel da escola tem ganhado cada vez mais relevância, especialmente quando tratamos de crianças em situação de extrema vulnerabilidade social. É na escola que eles vão interagir, receber cuidado e, principalmente, vivenciar valores. Para a diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Matias de Albuquerque, de Porto Alegre (RS), a instituição é muito potente quando oferece um olhar diferenciado.

Um dos grandes diferenciais apontados pela diretora está na educação ambiental que, para ela, não pode ser apenas uma disciplina dissociada do dia a dia da escola. “Educação ambiental é o que comemos, são as embalagens, os resíduos – tudo!” Mais do que informações teóricas, aposta na mudança de hábitos e na reflexão sobre as atitudes mais simples. Uma prática que a acompanha é realização de hortas, as quais propiciam, no contato com a terra e com o cuidado com as plantas a disseminação de muitos valores. “Quem cuida de uma planta, cuida do outro”, celebra Cláudia.

O cuidado e o respeito são valores caros para a Matias de Albuquerque. Para desenvolver a concentração, o foco e o conhecimento de si mesmo, as crianças praticam meditação regularmente. Olhar para dentro também é cuidar de si e, como disse a diretora, quem cuida de si, cuida da planta, cuida do outro e cuida da sua escola.
Se você gostou das ideias da Cláudia, assista a conversa completa, aqui:

Educação e arte transformam pessoas

Falar que a arte transforma vidas é quase um chavão. Mas é verdade. A multiartista Érica Lima acredita na educação e na arte como processos de transformação das pessoas. Segundo ela, mais do que o resultado, o que é interessante é o processo da arte, que transforma o sujeito.

Interessada e pesquisadora da literatura para as infâncias, Érica aborda o tema por diversos pontos de vista e, um deles, é o da infância como linguagem. “Essa potência da fala que o artista busca, que o poeta busca e que o compositor de música está em contato é o que a criança tem em relação à linguagem – uma experiência. A criança já é poeta e filósofa, ela tem uma relação com a língua que o adulto vai perdendo.”

Para Érica, a infância é a potência de fala, e a linguagem é a experiência de ser humano. Segundo ela, professores podem aprender muito com as crianças se estiverem abertos e sensíveis ao que acontece com elas quando expostas à literatura, à arte, ao teatro, quando criam. É uma oportunidade de se reconectar com a experiência de linguagem que a infância é, de se maravilhar com tudo.

Se você gostou das ideias da Érica Lima, vai se encantar com a conversa para o MudaMundo TamoJunto. Confira  aqui.

Desafio MudaMundo

A oficineira Fernanda dos Santos Muniz, professora do Curso de Elaboração de Projetos Sociais do Programa Petrobras Agenda 21, outro projeto executado pela Signi, apresentou aos seus alunos o livro do MudaMundo e deu a eles uma tarefa de casa:

 Realizar uma atitude que irá mudar o seu mundo ou o mundo do outro!

Achamos essa iniciativa tão legal, que resolvemos multiplicá-la e lançar o desafio para todos aqueles que acompanham o projeto.

A ideia é simples: realizar uma atitude que transformará o seu mundo e/ou o mundo do outro.

Como a Fernanda ressalta no vídeo, é importante lembrar que esse mundo não é o Planeta inteiro, mas sim um universo bem menor, do seu cotidiano. É o seu mundo de trabalho, a sua família, o seu mundo junto com seus filhos e amigos e, também, o seu mundo sozinho (aqueles hábitos que ninguém repara ou ninguém vê e que, quem sabe, poderiam mudar para transformar a sua rotina e daqueles que o cercam). O objetivo central é tentar fazer aquilo que você nunca fez. Realizar aquilo que você tem mais dificuldade. Um desafio mesmo, para sair do cotidiano e começar a mudar o mundo.

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